O cinema, a fotografia e a apreensão do real

O que é a fotografia para Proust? A fotografia é um dispositivo que fixa o tempo. Tentativa de capturar o tempo fugidio, que escorre. Crítica de Proust ao cinema. Para ele, o cinema não é capaz de revelar o que as pessoas vêem e percebem, mas revela  uma visão grosseira do mundo. O palestrante destacou [...]

Diversão solitária

Como fazer com que os indivíduos se divirtam separadamente? Como diagramar o espectro imagético distribuindo espectadores e produzindo um novo tipo de espetáculo? Segundo Tadeu, Thomas Edson concretiza essa possibilidade através de sua máquina e  Bill Gates atualiza-a com a Microsoft. “Somos reduzidos ao estatuto permanente de espectadores, e apreendendo a realidade de modo espetacular, [...]

Pergunta da mediadora Luciana Caliman

As falas se comunicam em vários sentidos. O Cinema, como manicômio óptico, se aproxima da loucura, mas é uma aproximação emancipatória. É uma resistência que acontece, pois em primeiro lugar há uma ampliação da percepção, com sujeitos mais ricos, mais complexos. Tudo passa a ser anomalizado. É o outro lado. Ainda podemos falar de uma [...]

Percepção e memória

Hernán Ulm começa a sua palestra questionando como pensar a relação do cinema com o mundo. Como voltar a ter crença no mundo? Por que o cinema seria a instância política e poética para voltar a acreditar no mundo? A ligação sensório motora da percepção, que é uma ação, ficou quebrada na segunda metade do [...]

A percepção cinematográfica a partir da formatação neuro-química

Capistrano destaca a morte do homem, no século XX, causada pela capacidade das máquinas comandarem o corpo. Nas décadas de 1950 e 1960 com o desdobramento da modernidade, surge a modernidade biotécnica, a programação corporal alocada no cérebro. Tadeu utiliza o filme “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick, como exemplo de uma nova forma de fazer [...]

O cinema como dissociação nos anos 1920

O cinema potencializa o discurso de dissociação por ser fantasmagórico e espectral. Quanto mais a imagem passa, sabemos que o tempo foi congelado. A imagem fica, enquanto nós somos transitórios. As imagens são mortas e vivas, ao denunciar a transitoriedade do tempo. Tadeu exemplificou com as vanguardas da década de 1920 como o cinema utilizou [...]

Cinema como inconsciente

O Seminário de hoje começa com a explicação do Prof. Tadeu Capistrano sobre a sua pesquisa, que baseou a construção deste evento. A pesquisa fala do inconsciente do cinema, por se tratar de uma idéia que emerge antes do cinematógrafo, na passagem do século XVIII para o XIX. Um dos objetivos da pesquisa é problematizar [...]

Confraternizações…

A segunda mesa dessa segunda-feira acabou. Foi um dia de longas reflexões acerca das formas audiovisuais e suas interseções na sociedade contemporânea. A noite prossegue com uma confraternização entre público e palestrantes. No hall do Teatro, um show da banda de samba-rock Tabacarana, lanchinhos e Cachaça Santa Terezinha para degustar. Esperamos todos amanhã para o [...]

A dança como experiência de espaço e luz

A fala de Marie Bardet se baseou no grande paradoxo da imagem em movimento ilustrado, neste caso, pela dança. Para expor os questionamentos de sua pesquisa utilizou, a partir dos Lumière, a nova possibilidade da reprodução da dança através do cinema na era da reprodutibilidade técnica. No cinema, Marie não considera a dança uma experiência [...]

Criptozoologia: pé grande e monstro do lago Ness

A noite de hoje começa com a apresentação de Stefanie Bauman, sobre a Criptozoologia. Sua pesquisa tem a intenção de elucidar a realidade na imagem foto/cinematográfica, o uso da imagem como testemunha, nesse caso, a existência de seres ainda não identificados pela zoologia. A Criptologia tem na palenteologia uma ciência irmã, bem como a antropologia. [...]

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